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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Louvor de Qualidade (5)








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LIDERANÇA POSIVITA - Como Ser um Líder Positivo


Ebook contendo as informações necessárias que transformarão um líder comum em um líder positivo... Transformando sua equipe em uma equipe vencedora, unida e capaz de ultrapassar todos os obstáculos juntos... Com uma verdadeira LIDERANÇA POSITIVA.



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Meu Deus do Céu, o que é isso?!






Foto-Comentário do ReformaAgora:

























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Como Falar ao Público Evangélico
Como falar ao Público Evangélico é um curso destinado a todos os que desejam aprimorar na arte de apresentação e exposição de sermões ou palestras em igrejas. Neste curso é abordado a postura,o desenvolvimento,o relacionamento com a assembléia. 


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Onde Está a Verdadeira Cruz de Cristo?




por Giuliano Bercelos





Jesus nos ensina o caminho para o Reino: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me” [Lc 9:23]. Seguir a Cristo nesta terra nos credencia a segui-lo para além desta terra, na eternidade.

A cruz de Cristo é feita apenas com dois pedaços de madeira rústicos. Não é de madeira nobre, como mogno ou imbuia, e muito menos tem entalhes ornamentais ou tem suas rebarbas retiradas ou foi lixada para ser suave ao toque.

Na verdade, tocar na cruz de Cristo é uma experiência estranha e que não tem prazer no ato em si. Carregá-la então, para a mente humana não regenerada pelo amor de Cristo é carregar um peso morto, algo que beira o masoquismo.

Agora, para os filhos de Deus, remidos pelo sangue de Cristo que foi derramado exatamente nesta cruz áspera, escandalosa e sem beleza alguma, deveria trazer gozo e alegria tomar a cruz que nos é proposta, não pela cruz em si, mas pelo servir a Cristo, pelo seguir sua instrução e pela compreensão espiritual da cruz como o caminho para o Reino.

É triste percebermos que há muitas outras cruzes no arraial cristão e que, tal como um celular Xing ling quer imitar um iPhone, estas falsas cruzes tentam imitar a cruz que Cristo nos propõe.


E há cruzes para todos os gostos, tipos e bolsos.

Uma é diminuída em seu tamanho, para ser mais leve e fácil de carregar. Esta cruz mutila a Bíblia, eliminando dela todo o compromisso que a vida cristã requer.

Outra é aumentada para parecer mais pesada do que realmente é tendo em vista que o que carrega tal cruz julga-se merecedor da salvação por carregar mais peso que os outros e, pior ainda, condena os que não têm uma cruz tão grande nas costas. Não é difícil de reconhecer o carregador deste tipo de cruz, pois está sempre fazendo sacrifícios tolos para buscar aprovação em Deus para seu coração endurecido. Busca trilhar o caminho maldito da auto-salvação e, em algum ponto da estrada esbarra no muro da frustração.

Há ainda a cruz que só tem aparência: tem cor de madeira, tem cheiro de madeira, parece rústica e tem até sangue escorrendo por ela. Parece cruz, mas é falsa, é cinematográfica, é fake, cruz de isopor que tenta enganar os homens, mas não é capaz de enganar a Deus. Qualquer vento de doutrina vai quebrá-la e espalhar seus pedaços, revelando seu interior.

Creio não conseguir enumerar todos os tipos de pseudocruzes no meio cristão, mas não posso deixar de citar a cruz da aceitação. Este tipo de cruz é lixada e antes teve todas as rebarbas removidas, sendo bem suave ao toque. Geralmente é envernizada ou pintada com alguma cor da moda. Esta cruz precisa ser assim para que quem a carrega seja aceito em seu meio, seja na escola, no trabalho, com amigos ou família. Em seu interior até tem a mesma qualidade de madeira da cruz de Cristo, mas recebeu muitos retoques e embelezamento externo para facilitar sua aceitação. Quem carrega tal cruz retira as rebarbas da condenação do pecado para que possa continuar com sua vida da mesma forma de outrora, mas com uma aparência gospel, lixa-a para aliviar a aspereza do negar-se a si mesmo e a pinta ou enverniza para dar uma aparência agradável para que outros até topem carregar uma cruz bonitinha assim, imaginando com isto cumprir o verdadeiro IDE.

A cruz de Cristo é uma experiência radical, que nos muda radicalmente. Só a verdadeira cruz tem o poder de nos conduzir à essência da Verdade, que é Cristo Jesus.

Se nos dedicarmos a qualquer outra cruz que não a autêntica corremos o risco de, em vez de sermos salvos pelo sacrifício de Jesus na cruz, sermos nós mesmos crucificados nesta cruz fajuta, que nada tem a ver com a cruz de Cristo.


postado originalmente em Genizah



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Curso de Ingles para Internet - Leitura e escrita

Com esse curso em aproximadamente quatro meses você estará lendo revistas, livros e jornais em inglês, e o que será ainda mais relevante, você utilizará a Internet em todo seu potencial. Aproveite. 









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Pois é (5)

A Bíblia dos Hiper-Calvinistas (3)




" Por esta razão, tudo suporto em vão, pois os eleitos já obtiveram a salvação que está em Cristo Jesus, com eterna glória." 2 Timóteo 2.10


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Pois é (4)

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Biblia Interativa - Ilumina Gold - CD ROM




A Bíblia Ilumina Gold - "A Bíblia do Século XXI" é um software interativo e intuitivo, que possui 5 módulos – Bíblia, Multimídia, Enciclopédia, Viagem no Tempo e Estudo Pessoal. 

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

eu penso que... eu acho que...



por  Daniel Clós Cesar



Uma das introduções a "estudos teológicos de banco de igreja" mais comuns que costumo ouvir no meio evagelico é "eu penso que" ou sua variante irresoluta "eu acho que". Trata-se de um grave sintoma de distanciamento da Palavra e pode indicar ali um forte candidato as mais estapafúrdias crendices e práticas sincréticas dentro da igreja.


Obviamente, lendo a Palavra de Deus, vemos o apóstolo Paulo em várias ocasiões fazer o uso do "penso que". No entanto não é deste uso a que estou me referindo, mas sim daquele que contraria a Palavra de Deus dando às minhas palavras os mesmo poder contido naquelas palavras de Poder. Pensar não é o problema. E como "eu penso", pensar é um dom de Deus, pouco utilizado e desenvolvido no nosso meio é verdade.



O apóstolo Pedro escreveu fundamentado não em sua sabedoria, mas naquela advinda do alto o seguinte:


"Porque Toda a carne é como a erva, E toda a glória do homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor; Mas a palavra do Senhor permanece para sempre." (1 Pe 1.24-25)



O apóstolo Pedro não temia que suas palavras não chegassem ao destino, pois sabia que toda sua eloqüência assim como sua carne eram semelhantes a erva, temporais. O que permaneceria seria a Palavra de Deus, pois Ele não muda, é eterno (Tg 1.17).



O que aconteceu é que a experiência pessoal extra-bíblica tornou-se o norte do "crentinismo"  contemporâneo. Servir e seguir os prórios pensamentos e achismos, ser guiado pelas próprias verdades eivadas dos vícios mundanos que trazem consigo quando supostamente aceitam a Cristo e o novo "rosa" da moda cristã.



A Bíblia é para estes um livro que afasta-se da realidade e é impraticável no cotidiano. Contudo, fazer tal afirmação, mesmo para estes incircuncisos, é o mesmo que "blasfemar" contra o Espírito, então, substituem a assertiva para: A Bíblia é de difícil compreensão. 



Mentira. E como todo praticante da mentira sois filhos de satanás a quem procurais agradar, procurando agradarem sempre a si mesmos. (Jo 8.44)



Acontece que a Palavra de Deus não é de difícil interpretação. Pelo menos não para os verdadeiramente salvos. Pedro não era nenhum homem versado em palavra. Tiago, João, Judas... nenhum deles possuia estudos avançados... quanto a Paulo, ele mesmo afirma que suas palavras não firmavam-se em sabedoria humana, mas no Poder de Deus (1 Co 2.1-5).



Ao dizer o que eu "acho", ou o que eu "penso", exponho minha fraqueza, minha incredulidade, minha falta de fé... pois não confio plenamente na Palavra de Deus para dizer: A Palavra afirma o seguinte... pois estes que freqüentemente fazem uso dessas expressões não conseguem ver na Bíblia uma afirmação, um lugar sólido para construir a sua vida. Ela pode ser todo o resto, de livro de receitas mágicas a enciclopédia histórica do povo israelita.



Aqueles que negligenciam a leitura da Palavra de Deus procuram esquivar-se da prática advinda de sua leitura. Como se fosse possível, tentam enganar a morte. Entendem tão somente a Bíblia como fonte de "acusação" ou "absolvição", não conseguem compreender que ela é as duas coisas. Por meio dela vejo minha condição e em suas palavras tenho a redenção (Jo 5.39). ela é fonte de vida não de morte... o que é incompreensível para aqueles que ainda não morreram pois acreditam estarem vivos. Na verdade alguns acreditam até mesmo serem eternos.



A compreensão da Palavra de Deus passa pela cruz, passa pela morte e ressurreição. E isso não é algo que eu pense ou acredite... Essa é a Palavra de Deus. Loucura para os que se perdem... mas só para os que se perdem.

postado originalmente em Batalha pelo Evangelho


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Biblia de estudo profética Tim LaHaye


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Não Consigo Parar de Rir (19)



Medinho de baratas...



Olha só a história: um japa tinha sua fábrica de cogumelos. As baratas, felizes com tantos cogumelos resolveram investir na fábrica e sempre apareciam por lá. O Dono de 64 anos vendo as baratas subindo as paredes tem uma idéia G-E-N-I-A-L para acabar com este problema !

Ele joga alcool nas baratas, risca um fósforo e taca fogo nelas.

Eu não sei o que ele poderia esperar delas. Mas elas saíram pra todos os lados, ainda pegando fogo… Afinal, se a barata resiste até a bomba atômica, não será um foguinho que irá assustá-la.

Daí nesta correria das baratas encandecidas, elas entraram em alguns equipamentos com produtos inflamáveis e o resultado foi que toda, TODA a fábrica foi destruída pelo fogo.

Troféu jóinha pra você amigão!







Ví isso no Chongas, e me joguei no chão de tanto rir...


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Bônus:
Luta com Lâmpada Fluorescente


Quando você pensa no Japão, você lembra-se dos templos serenos… sushi… horrível e massacradora luta de lâmpada fluorescente... Não? Agora você pode.





Eu nem sequer sei o que dizer sobre isso, então em vez de dizer alguma coisa, eu estou só postando as fotos. Comente o que você acha sobre isso, por que eu, nem sei o que dizer.




















Ví isso no Ah Duvido, e resolvi colocar aqui... 




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CD - Fernandinho - Uma Nova História


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"O Deus que intervém não existe"



por Mauro Meister




Recentemente foi divulgado no Brasil um texto trazendo a expressão que "o Deus que intervém não existe", defendendo um Deus que lamenta, se solidariza, mas não intervém no curso da história. 


Essa é mais uma investida do teísmo aberto com ares tupiniquins, trazida por pensadores brasileiros que têm recebido fama e acolhida em muitas revistas evangélicas e circuitos de palestras.

O "Deus que intervém" (tradução do título de um livro de Francis Schaeffer para o português, "The God Who Is There") é o Deus da Bíblia e só posso supor que o deus do teísmo aberto não é o Deus da Bíblia.

Fico pensando que esse deus é um outro deus e não o Deus que ao longo da história mostrou-se, ao intervir, o Senhor dela, apesar da visível dor humana que tanto nos marca. O problema do deus do teísmo aberto é a sua incapacidade de intervir.


Mas, segundo a Escritura, a intervenção de Deus, no que podemos conhecer dela, começa na criação, ainda que tenha nos amado antes da própria fundação do mundo. A partir de então, não parou de intervir, seja falando, agindo, alterando, mudando, fazendo tudo o que condiz com os seus propósitos eternos. 


Se a Escritura é de fato a Palavra de Deus, sua revelação, então o Deus que intervém existe e foi o Deus de Jó (homem que sofreu profundamente para aprender quem Deus é e que, finalmente, pode ver a Deus. Mesmo tendo sofrido, viu a graça do Deus que intervém restaurando-lhe).


O Deus da Bíblia é o Deus que é todo amor e justiça, verdade e misericórdia. É o Deus que ama e que é ofendido pelo pecado humano, ao contrário da caricatura criada pelo teísmo aberto, e que pode estar impregnada na mente de muitas pessoas. 


Aliás, o pecado é a grande ofensa contra Deus e não há como ler a Escritura sem perceber isto. É interessante notar que os teólogos do teísmo aberto tentam usar a Bíblia para provar o improvável por meio dela: o deus que intervém não existe.


Aliás, há uma ironia aqui. O livro de Schaeffer que teve o título traduzido como "O Deus que intervém" literalmente chama-se "O Deus que está lá", o que não faria tanto sentido na língua portuguesa. 


Schaeffer escreveu o livro com este nome exatamente para mostrar que na cultura do final do século 20, influenciada pelos muitos anos do desenvolvimento científico e cultural do ocidente, Deus tornou-se uma construção ideológica e não o Deus da Bíblia.

O Deus que intervém e revelou-se em Jesus Cristo foi transformado pelo racionalismo humanista em um deus impotente, facilmente substituído pela capacidade humana.


Na sequência de sua famosa trilogia, Schaeffer escreveu "He Is There And He Is Not Silent" ("Ele Está Lá e Não Está Calado"), traduzido no Brasil como "O Deus que se revela", exatamente para mostrar que este Deus todo poderoso, o El-Shaddai, sempre controlou a história e se revela, trazendo esperança ao homem. 


O livro de Schaeffer trata a respeito deste Deus, fazendo uma defesa da epistemologia do cristianismo histórico e bíblico, de "como podemos vir a saber e como podemos saber que sabemos". O deus do teísmo aberto aparentemente se revela só no sofrimento; é fraco, incapaz de alterar qualquer coisa na história. 



Quando esse deus vê o sofrimento e a tragédia humana, como os acontecimentos recentes das mortes em Ilha Grande, Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, só pode chorar, sem fazer nada. A meu ver, é a “Morte da Razão” tentar defender um deus como esse (o terceiro livro na trilogia de Schaeffer).


O Deus da Bíblia é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó; o Deus de Moisés, Davi, Isaías e Jeremias; o Deus de milhares que foram levados para o cativeiro, anonimamente, sofrendo e, ao mesmo tempo, consolados pela sua presença e certeza de que os traria de volta (senão eles mesmos, os seus filhos, porque ele disse que os traria); o Deus de Daniel, um cativo “de elite” que, ao perceber que havia chegado a hora que Deus disse que iria intervir, orou reconhecendo os seus pecados e os de seu povo e rogando que Deus agisse de acordo com sua eterna aliança (Dn 9). 


Se o sofrimento do povo de Israel na ida para o cativeiro não foi para cumprir os propósitos de Deus, vamos ter que arrancar a metade dos escritos dos profetas da Bíblia (Isaías, Jeremias, Habacuque etc.). 



Mas o Deus que intervém ordena a sua bênção para sempre (Sl 133). Bênção esta iniciada na ordem Edênica (Gn 1.28) e alcançada em Cristo, sempre para cumprir o seu eterno propósito.

O deus do teísmo aberto não passa de uma imagem construída por homens e, como caricatura, é uma péssima obra de arte. Mas, o Deus da Bíblia já enviou a sua imagem perfeita (Hb 1.3) para que conhecêssemos o perdão dos pecados, a sua intervenção na história e, finalmente, a redenção de todos os seus eleitos. Assim como fez no passado, continua a intervir hoje, pois ele sempre foi, é, e será o mesmo Deus, queiram os homens ou não.
O deus do teísmo aberto não é o Deus da Bíblia e não é o Deus daqueles que de fato creem nela. O eterno propósito desse deus é chorar com os homens. Pobre deus, pobres homens que acreditam nele.
Para saber mais sobre o teísmo aberto, recomendo o livro de John Frame "Não há outro Deus" (Cultura Cristã) e também o artigo na “Fides Reformata”, “A teologia relacional: suas conexões com o teísmo aberto e implicações para a igreja contemporânea” (Valdeci Santos).


Vi isso em  AgirBrasil



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CD - Casting Crowns - The Altar and the Door

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