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sexta-feira, 6 de abril de 2012
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
Ovelhas
por Zé Luis
Engraçado como muitos gostam de se ver como "águias", "leões", e outros bichos valentes quando se dizem cristãos. Vivemos em um tempo onde crente precisa ter uma boa auto-estima, mas não creio que essa era a imagem que Jesus tinha para seus seguidores.
Ele se auto denomina o "bom pastor", pastor de ovelhas, o bicho mais flatulento do planeta (existe um buraco na camada de ozônio nos céus da Austrália, onde existe o maior rebanho do mundo. Tal buraco foi causado pelos gases emitidos - metano - por esses animais)!
Uma ovelha não tem visão muito poderosa. Na verdade, não alcança mais que vinte metros. Se não tem alguém que as guie, caminham seguindo a ovelha mais próxima, sem questionar seu comportamento - muitas vezes insano, comportamento repetido pela que vem em seguida, sistematicamente (vide vídeo acima).
São chamadas de ruminantes porque têm mais de um estômago. Isto significa que elas conseguem digerir grãos que outros animais (tais como o cão, por exemplo) não conseguem. A palavra "reflexão" está ligada a isso, já que esse processo de "ruminação" traz de volta o alimento engolido para ser re-digerido. Exatamente como devem ser feitas nossas reflexões pessoais da Palavra.
As ovelhas são geralmente, ou brancas, ou pretas. Algumas ovelhas brancas podem parecer castanhas, mas isso é por estarem sujas. Entre os "ovinos", não existe uma variação mesclada: ou se é branca, ou não. Semi branca é sujeira.
As ovelhas preferem beber água corrente, é raro beberem água estagnada. Quando o Cristo se denomina "fonte de água viva", sabia com quem estava falando, já que, como o mesmo dizia, "minhas ovelhas conhecem minha voz". É exatamente por esse fator, a voz do pastor, que as ovelhas se guiam: a importância de conhecer a voz dele faz toda a diferença quando somos conduzidos por verdes pastos.
Apesar de não gostar, as ovelhas também conseguem nadar quando necessário (inundações, etc...). Muitas vezes desconhecemos nossa capacidade, por conta de nossa nova natureza dócil. A estrutura aparentemente frágil de uma ovelha jamais revelaria essa capacidade para o nado.
Haviam pelo menos 2.386 espécies diferentes de ovelhas no País de Gales antes de este ser habitado. Embora todos sejamos ovelhas, é natural as divergências. Necessário é respeitar as pequenas variações. Nem todas as ovelhas Dele são do mesmo aprisco.
Se uma ovelha for virada de patas para o ar, ela não conseguirá se levantar sozinha, e se ficar muito tempo de barriga para cima, ela morre. Por isso, quando achar uma ovelha de pernas para o ar, por favor: ajude-a a levantar-se. Não existe comunidades cristãs de uma ovelha só. Um revez eventual da vida dos que vivem na solidão os destruirá de um momento para outro.
As ovelhas fazem "mééééé" em tons diferentes (balido, rss). Algumas chegam quase a fazer "muuuu" como as vacas, enquanto que outras quase não se ouvem. Cada uma se expressa de forma diferente, o que não as faz melhor que a outra. Só as faz diferentes.
As ovelhas não gostam que lhes façam festas no pelo. Assim que são tosquiadas tornam-se extremamente amigáveis. Ovelha se sente bem quando produzindo, ofertando, sendo útil. Estranhe quando alguém que se declara "ovelha" prefere mostrar ao invés de fazer.
As ovelhas não têm os dentes incisivos de cima. Não rosnam, não latem, não rugem, não voam. Ver uma ovelha uivando é muito estranho, não acha?
A ovelha Dolly tem esse nome porque foi criada a partir de uma célula da glândula mamaria da mãe, e em homenagem aos grandes seios de Dolly Parton.
O Zé Luis (Luis com "s" ou Luiz com "z"?) e eu discordamos em algumas coisas... nada muito grave. É que o Nosso Pastor tem vários apriscos. De vez em quando eu faço uma visita ao aprisco onde fica o Zé.
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As Pernas Curtas da Mentira
Coronel de Artilharia (R) Amerino Raposo Filho, integrante da Força Expedicionária Brasileira, é agredido verbalmente por "estudante" comunista que sequer sabe quem é e o que fez este herói nacional.
por Graça Salgueiro

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por Graça Salgueiro
Graça Salgueiro revela quem é Carlos Beltrão do Valle, o falso órfão que gritava histrionicamente “eles mataram meu pai!” durante a série de agressões cometidas contra militares da reserva, no dia 29, no Rio. A jornalista também traz informações sobre Luiz Felipe Monteiro Garcez, o “Pato”, petista de carteirinha que covardemente cuspiu no coronel-aviador Juarez Gomes.
No passado 29 de março, o País viu estarrecido uma manifestação grotesca, abjeta e vil, onde primaram o desrespeito e a falta de educação por parte de uma turba de aproximadamente 300 pessoas, a maioria jovens entre 16 e 20 e poucos anos, que agrediam com insultos e cusparadas a octogenários militares que entravam ou saíam do Clube Militar.
Chamou-me a atenção em particular a forma teatral como se manifestavam, sem perceber que serviam de idiotas úteis para interesses outros, desconhecidos deles. Não foi surpresa tomar conhecimento, depois, que os “manifestantes pela verdade” foram pagos para representar, não se sabe por quem, embora possamos imaginar. Um oficial que participou infiltrado entre os manifestantes viu e ouviu ao final da balbúrdia um homem de terno e gravata que telefonava para alguém e relatava sua satisfação com o “sucesso” do evento. Elogiava o “vigor” com que os manifestantes gritavam e mostravam ódio aos militares - embora sequer soubessem quem eles eram e muito menos quais seriam seus “feitos assassinos” - e pedia ao interlocutor que enviasse o dinheiro rapidamente para pagar pelos bons serviços prestados da turba delirante.
Na nota que escrevi antecedendo o artigo do Aluizio Amorim, me perguntava perplexa se não seria uma cena teatral aquele rapaz que aparece no vídeo deitado no chão, gritando para os policiais “eles mataram meu pai!”, uma vez que ele é muito jovem para que tal fato acontecesse no período em que os militares governaram. Com a ajuda de um grupo de amigos descobrimos que, de fato, tudo não passava de encenação. O jovem, supostamente órfão, chama-se Carlos Beltrão do Valle, tem 29 anos, cursa o mestrado de “Memória Social” e tem pai, além de uma irmã e um irmão, todos vivos, saudáveis e trabalhando.
Seu pai, o engenheiro Romildo Maranhão do Valle, foi membro do Partido Comunista Revolucionário Brasileiro (PCBR), uma dissidência guerrilheira do PCB fundada em 1964. Seu tio, Ramires Maranhão do Valle, também fazia parte da organização terrorista e foi morto em 27 de outubro de 1973, quando entrou em confronto com a Polícia, na Praça Combate, em Jacarepaguá. Ranúsia Alves Rodrigues havia sido presa naquela manhã e já no primeiro depoimento contou os vários assaltos que o bando havia praticado e que naquela noite haveria um “ponto” [1] no local acima citado. Na chegada ao ponto, Ranúsia e os policiais foram recebidos a bala, havendo o confronto no qual os quatro integrantes do Comando Central (Ranúsia, Ramires, Almir e Vitorino) morreram.
Portanto, "a família inteira assassinada pelo Regime Militar", por quem este rapaz clama no vídeo para justificar sua presença naquele ato de vandalismo, resume-se a um tio seu, que ele sequer conheceu, e que não era nenhum homem de bem, mas um terrorista morto em combate e que havia assassinado o delegado Octávio Gonçalves de Oliveira, covardemente pelas costas, numa ação conjunta com a ALN e a VAR-PALMARES, em 25 de fevereiro de 1973. Teria assassinado covardemente, também pelas costas, Salatiel Teixeira Rollins, ex-membro do Comando Central que havia saído da prisão um ano antes, em 22 de julho de 1973; participou do assalto ao Banco Francês-Brasileiro em Porto Alegre, em 14 de março de 1973; em 4 de junho, junto com a ALN e a VAR-PALMARES, do assalto ao “Bob’s” de Ipanema; e, em 29 de agosto do mesmo ano, do assalto a uma clínica médica em Botafogo, no Rio [2].
Quanto ao rapaz que desfere uma cusparada no coronel-aviador Juarez Gomes, quando saía do evento no Clube Militar, é um desocupado profissional, de 25 anos de idade, de nome Luiz Felipe Monteiro Garcez, cognome “Pato”, estudante do curso “Produção Cultural” do IFRJ desde 2010 e freqüentador do Diretório do PT no Rio de Janeiro. Seu último emprego foi um cargo comissionado de Assistente Executivo de Projetos Especiais no município de Maricá (RJ), nomeado pelo prefeito Washington Luiz Cardoso Siqueira, do PT.
Em seu blog “Pato” escreveu em 2008: “Fiz parte do movimento estudantil secundarista. Hoje porém por culpa dos estudos acabei me afastando dele. Porém pretendo me engajar no movimento estudantil universitário” (sic). E ainda em seu mural do FaceBook ele admitiu orgulhoso, várias vezes, que cuspiu em um idoso indefeso e que sequer lhe dirigiu a palavra, e o faria de novo.
Desses dois elementos temos as fichas completas com riqueza de detalhes, mas o objetivo deste artigo é apenas demonstrar a farsa da dor dos que se manifestavam em honra de seus parentes, mortos ou desaparecidos pelos “assassinos” e “torturadores” militares que se encontravam naquele dia no Clube Militar, que, diga-se de passagem, não estavam ali para “comemorar” a data histórica de 31 de Março, mas para debater, junto com conferencistas civis, e levar ao público assistente a verdadeira história que a tal “Comissão da Verdade” quer omitir e que não são nem nunca foram acusados de crime algum. E são dados como os citados acima que a tal comissão nega-se, peremptoriamente, não só a ouvir mas permitir que o público tome conhecimento. Será que Carlos Beltrão conhece o passado desse seu tio, um criminoso covarde que assassinava pelas costas, sem qualquer chance de defesa, pessoas que ele considerava seus inimigos? E Luiz Felipe, conhece o que esta gente praticou e de que maneira morreu, ao defendê-las expelindo tanto ódio?
É isto que a tal “comissão” pretende: esconder a verdade dos fatos e usar, mais uma vez, jovens ignorantes e manipuláveis para servir de bucha de canhão para seus propósitos sórdidos, mas, como a mentira tem as pernas curtas, não podemos permitir que toda a população permaneça nessa ignorância defendendo bandidos sanguinários como se fossem vítimas imoladas no altar da liberdade e da democracia.
Notas:
[1] “Ponto” era o lugar combinado para os encontros, previamente acertado pelos terroristas.
[2] Conforme informações constantes do “O livro negro do terrorismo no Brasil”, pags. 767 e 768
Comentário do Reforma Agora: esse pessoalzinho de esquerda não tem mais o que fazer, não?!
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Ladrões Pretendem Assaltar Igrejas e Lares Nesse Final de Semana
por Renato Vargens
Calma! Deixe-me explicar! Por favor, não se apavore e nem chame a polícia.
Essa é uma frase que há pouco foi cunhada pelo querido pastor Paulo Solonca.
Pois é, nessa páscoa os fabricantes de ovos de páscoa e de coelhinhos, pretendem , mais uma vez, roubar a primazia que Jesus Cristo deveria ter em nossas vidas. Lamentavelmente pouquíssimas pessoas se lembrarão da morte e ressurreição de Cristo. Na verdade, não serão poucos os lares que celebrarão esta data festiva comendo chocolate.
Caro leitor, a páscoa não se resume a chocolate. A Páscoa é uma festa judaica, contudo, nós cristãos aproveitamos a data para celebrar a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição. Jesus é o nosso Cordeiro pascal (1 Co 5. 7). Ele nos propiciou a liberdade através de Seu sangue e da Sua vitória na cruz. Essa é uma comemoração a ser lembrada!
Chocolate, festa, feriado, tudo isso têm o seu tempo e o seu lugar, mas esse lugar não deve jamais tomar o lugar do verdadeiro propósito da nossa comemoração! Cristo venceu a morte! O sepulcro está vazio! Cristo ressuscitou! Portanto, celebre Seu nome! Celebre a sua liberdade! Celebra a Páscoa!
Pense nisso!
Renato Vargens
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Revolution'cast #001 - O Início
Revolution'Cast - O Pd'cast oficial do Revolução de Identidade
Curta este episódio e muitos outros no site oficial do R.I.
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Bíblia Apostólica - Hernandes e as Maldições do Neomodernismo Teológico
Modernismo e o Neomodernismo Teológico descarado. Esta tentativa, ato de reinterpretar e comunicar as Escrituras por meio de uma edição especial para cristãos “nova versão”, é idiossincrático como diabólico. Em linhas gerais, o movimento editorial-apóstata continua tomando proporções violentas contra tudo o que é Sagrado.
A bíblia Apostólica
Segundo consta, o prefácio será escrito por Renê Terra Nova que traz uma introdução de 15 páginas. A Bíblia da Igreja Renascer em Cristo, sob a direção dos Hernandes, possuirá 5.000 notas comentadas ao longo dos 66 livros e cada um deles vem com uma introdução com base na “Visão Apostólica”. A edição está por conta da Sociedade Bíblica do Brasil. O projeto leva afinidades como a Bíblia da Mulher De Bem Com a Vida com comentários de Sônia Hernandes, esposa de Estevam.
“Deus nos deu o privilégio de ter a primazia do apostolado no Brasil e essa Visão se espalhou por todos os lugares. Com esta publicação, que é a primeira Bíblia Apostólica anotada do mundo, desejamos que esta visão alcance ainda mais vidas, resgatando a cada dia mais pessoas para Jesus”, afirmou Estevam Hernandes.
Na Bíblia do fundador da Renascer há 40 estudos bíblicos, 40 ministrações de ofertas e 40 perfis de personagens. Fora isso também se encontra um dicionário bíblico com 500 palavras, mapas coloridos, tabelas de referências históricas e uma introdução de 15 páginas que explica o que é a visão apostólica e como ela chegou até a Igreja dos nossos dias. O prefácio da Bíblica Apostólica é assinado pelo Renê Terra Nova.
“Creio que é chegado um tempo de unidade no Reino, um tempo no qual precisamos nos apegar ainda mais à Verdade, Jesus, para vermos o manto apostólico sendo estabelecido sobre nossa nação”, afirma ele no texto, acrescentando que esta Bíblia “será como uma bússola que fará com que você caminhe sempre e sempre em direção à Verdade Maior, Jesus. E nada melhor do que um apóstolo para conduzi-lo por estas linhas de decisão”, escreve. O lançamento vai acontecer no Renascer Hall, nova sede da Igreja Renascer localizada no bairro da Mooca, em São Paulo. Cada exemplar deve custar R$110,00.
Sociedades SSB e SBU
Não assusta a Sociedade Bíblica do Brasil (SSB) assumir a frente da produção desta obra satânica. Sendo ela, junto com a Sociedade Unidas (SBU), a precursora do movimento teológico liberal, movimento crítico pelas “Novas Versões”. A principal elaboradora de Bíblias com OMISSÕES, ADIÇÕES e MODIFICAÇÕES de palavras em comparação ao texto recebido (Textus Receptus). Versões que chegam para o mercado evangélico com mais de 1.800 palavras de sentido modificado e 438 omitidas do texto. A barbária. Leia o texto desta matéria na integra: (http://pastordanielbatista.com/2011/09/05/a-maldita-sociedade-biblica-do-brasilsbb-e-sociedade-biblica-unidassbu/)
Herança maldita: “Karl Barth e os teólogos da modernidade cristã”
Para reflexão, este tipo de movimento teológico leva esta expressão, muito conhecida, largamente usada no mundo da teologia nos dias modernos: Modernismo e Neomodernismo. Vincula-se à um complexo de sistema teológico e doutrinário, do qual, gostaríamos de identificá-lo à todos o seu pensamento. O conhecido e respeitável Karl Barth (teólogo suíço e prolífero que escreveu inúmeras obras entre as mais conhecidas o livro comentários sobre Romanos). O modernista da visão teológica que considerava a Bíblia “de capa a capa como palavras humanas e falíveis, isto é, aos profetas e apóstolos, eles podiam errar, e também tem errado, em toda palavra, precisamente com esta palavra humana falível e errada pronunciaram a palavra de Deus”(Fundamentos Dogmáticos, Vol. I, II, págs. 558/588). Segundo Barth, a infabilidade da Bíblia é uma fantasia, só aceita por crentes ignorantes. Segundo ele nem mesmo as palavras de Cristo, relatadas pelos Evangelhos, são infalíveis. Afirma que os ensinamentos de Jesus, conforme dados nos evangelhos, são tão afastados da verdade de Deus como as mais cruéis idéias da primitiva religião. A visão barthiana, conclui, a Bíblia não é divina e inspirada Palavra de Deus, a não ser que Deus resolva usá-la como meio de sua revelação, o que só se sucede quando é pregada pela Igreja – a mística. O descrédito do Livro Sagrado como estratégia de venda de livros e fama. A perplexidade fica por conta das academias teológicas que o nomeiam como um ”reformador cristão”.
Concluímos…
Estes instrumentadores bibliográficos de interpretação e reinterpretação bíblica na visão idiossincrático chegam ao número de legiões – ultrapassam os feitos malignos. Autores da teologia moderna, de maneira estúpida, acreditam ter o domínio da mente das pessoas com suas idéias liberais. Substituir todo valor histórico, material e espiritual da Bíblia Sagrada por livros espúrios, bem como, o exercer do papel do Espírito Santo na Igreja por suas convicções satânicas.
A décadas estes filhos do diabo condimentam pensamentos para serem vendidos como produtos de auto-revelação ou auto-ajuda com base no estrelismo, satanismo e faturamento mensal (Bíblia da Família; Bíblia da prosperidade; Bíblia da Mulher; Bom dia e boa noite E. Santo etc.). Estas publicações levianas deixam claro que o Canon – bíblico Testamentário e Neo Testamentário não é suficientemente para o governo, espiritualidade e inspiração da Igreja. Esta edição apostólica quer dizer aos seus usuários : (1) A cristandade atual não sabe pensar. (2) Não tem vínculos de entendimento com Cristo. (3) A dispensação do Espírito Santo só funcionou uma vez. (4) A bíblia é errante, falível e comum (5) Movimento Apostólico sempre foi sujo (6) A Unidade fora de Cristo.
Especuladores que auto-denominam “tradutores da linguagem de Deus” afirmam ser a continuidade do movimento apostólico, pior do que isso, a primazia deste movimento. A bíblia Apostólica dos Hernandes como GPS e bússola para o entendimento da fé cristã.
Enquanto o diabo entra na farra com o movimento evangelical para denegrir o nome de Cristo e profanar o Sagrado, a Sociedade Bíblica do Brasil continuará promovendo edições de bíblias e livros que contribuem para amortização e extinção da verdadeira doutrina cristã. Quanto a bíblia dos Hernandes, a única coisa que poderá sair dela é dólar. Se seguirmos as orientações do GPS deste movimento, todos seremos levados diretamente para um desembarque no aeroporto de Miami com uma declaração falsa à alfândega norte-americana com US$ 56 mil em espécie, como fraudes, falsidade ideológica etc. A Prisão e os fatos vergonhosos que marcaram a história desta denominação evangélica não foi suficiente para ensinar aos “Apóstolos” o temor à Deus e a vergonha. A apostasia da fé é um caminho sem volta, e os tais representam muito bem este perfil espiritual.
Maranata, Jesus está voltando !
Ví isso no Pastor Daniel Batista
Comentário do Reforma Agora: e quando agente pensa que não poderia ficar pior... lançamento de bíblias de estudos que contrariam os princípios do evangelho de Nosso Senhor! É o fim da picada. Irônico demais, até pra mim. Ensinar teologia da prosperidade e doutrinas heréticas neopentecostais anexados a uma bíblia. Isso é apelação.
Acredite, você não precisa de teologia da prosperidade para ganhar dinheiro, precisa sim é de trabalhar, acordar cedo, batalhar. Ou, quem sabe, ganhar uma grana extra trabalhando em casa sem fazer muito esforço, de forma legalizada, com seus devidos impostos pagos. Se quiser conhecer, clique aqui.
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
Pesquisa Confirma que Não Existem Ateus num Avião em Pane
Manja aquele antigo ditado de que não existem ateus num avião em pane? Pois é, apesar de toda a oposição raivosa à sabedoria popular, uma pesquisa desenvolvida pelo Departamento de Psicologia da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, chegou à conclusão de que existe uma curiosa divisão na mente de uma pessoa não religiosa quando ela pensa na própria morte. De um lado, isto a faz ficar – conscientemente – mais cética a respeito da religião, enquanto, por outro lado, ela se torna – inconscientemente – mais receptiva à crença religiosa.
No que diz respeito às pessoas religiosas, a mesma pesquisa sugere que elas têm ambos os níveis – consciente e inconsciente – igualmente reforçados quando são levadas a pensar na própria morte. Os pesquisadores neozelandeses consideram que essas conclusões podem explicar a razão pela qual a religião é um atributo tão durável da natureza humana.
O trabalho reuniu um total de 265 estudantes religiosos e não religiosos em 3 pesquisas inter-relacionadas, em que os participantes foram aleatoriamente expostos a uma espécie de “preparação para a morte” e grupos de controle.
Esta “preparação” consistia em pedir a cada participante que escrevesse sobre os seus sentimentos em relação à sua própria morte ou, no caso dos grupos de controle (e confronto de dados), sobre assistir TV sem nenhum tipo de “preparação”.
No primeiro estudo, os pesquisadores descobriram que os participantes religiosos submetidos à “preparação para a morte” conscientemente declaravam uma crença maior em entidades religiosas que outros participantes crentes que não haviam sido expostos àquela “preparação”.
Já os estudantes não religiosos submetidos à “preparação” para a morte mostraram o efeito contrário: eles revelaram uma descrença maior do que os seus companheiros não religiosos que não haviam sido expostos à “preparação”.
O co-autor da pesquisa, o professor Jamin Halberstadt, disse que esses resultados batem com a teoria de que o medo da morte faz com que as pessoas estejam prontas para defender a sua própria visão de mundo, independentemente do fato delas serem religiosas ou não.
Prossegue Halbestadt: “Entretanto, quando nós analisamos as crenças inconscientes das pessoas nos dois últimos experimentos, surgiu uma figura diferente. Enquanto a “preparação para a morte” fez com que os participantes religiosos tivessem ainda mais certeza da realidade das entidades religiosas, os seus correspondentes não religiosos mostraram menos confiança na sua descrença”.
As técnicas utilizadas para estudar as crenças inconscientes incluíram a medição da velocidade com que os participantes afirmavam ou negavam a existência de Deus e de outras entidades religiosas.
Após serem expostos a pensamentos de morte, os participantes religiosos eram mais rápidos para pressionar um botão afirmando a existência de Deus, mas os descrentes eram mais lentos para apertar o botão negando a existência de Deus.
O professor Halbestadt concluiu, então, que “essas descobertas podem ajudar a resolver parte do quebra-cabeça que pergunta por que a religião é esse atributo tão persistente e disseminado na vida em sociedade. O medo da morte é uma experiência humana praticamente universal e se suspeita que as crenças religiosas desempenham um importante papel psicológico em rebater essa ansiedade. Como nós agora demonstramos, essas crenças operam tanto no nível consciente como inconsciente, permitindo que mesmo ateus declarados tirem – inconscientemente – vantagem delas”.
Entre os co-autores do estudo está Jonathan Jong, atualmente na Universidade de Oxford, que aproveitou as pesquisas para fazerem parte de sua tese de doutorado, e Matthias Bluemke, da Universidade de Heidelberg. Os resultados dos experimentos serão publicados no Journal of Experimental Social Psychology.
Fonte: ScienceDaily
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segunda-feira, 2 de abril de 2012
Projeto "Ler e Reformar"
Projeto Ler e Reformar
Ao longo dos anos, surgiram no meio evangélico brasileiro materiais literários de baixa qualidade teológica, eivados de heresias e doutrinas biblicamente inaceitáveis. Tais obras contribuíram para a atual condição da igreja evangélica brasileira: liderança teologicamente despreparada, membresia manipulada, e pregações fora do contexto bíblico.
O projeto “Ler e Reformar” visa, através da distribuição de boa literatura cristã, reformar a consciência de nossos jovens (a liderança de amanhã) levando-os a retornar ao evangelho puro e simples de nosso Senhor. Isso se dará por doação de material produzido por autores como C. S. Lewis, Paulo Romeiro, Renato Vargens, Philip Yancey, Dallas Willard, Augustus Nicodemus Lopes, John Bunyan, David Wilkerson, e outros.
Queremos alcançar o maior número possível de livros para doar aos jovens nas igrejas. Precisamos da sua ajuda.
Em breve publicaremos como você, cristão comprometido com o Reino de Deus e com o futuro da igreja, poderá nos ajudar. O Projeto "Ler e Reformar" estará a todo o vapor
“Ler e Reformar” – investindo no futuro da igreja.
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domingo, 1 de abril de 2012
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