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sexta-feira, 7 de maio de 2010
Paul Washer - Fortalecidos pelo Espírito Santo
Essa história é verídica, e mexeu comigo!
Pastor Marco Infeliciano na moto!
Uma grande homenagem ao pastor Marco Infeliciano
Marco Infeliciano na corrida do queijo!
Pastor Marco Infeliciano perseguindo satanás!
Pastor Marco Infeliciano no volante: episódio 1
quarta-feira, 5 de maio de 2010
O futuro de nossas crianças está em nossas mãos
por Antônio Fonseca
Em 1830, surgiu na Inglaterra um movimento voltado para o ensino de crianças. Segundo consta, um jornalista evangélico chamado Robert Raikes desenvolveu naquele país, durante quinze anos, um trabalho entre os detentos de sua cidade. Raikes percebeu que muitas crianças e adolescentes andavam perambulando pelas ruas, envolvidas com a delinqüência, o vício e a ociosidade e, por conta disso, poderiam ter o mesmo fim das pessoas que ele visitava na prisão. Preocupado com o futuro dos menores, começou, então, a levá-los para a sua igreja, a fim de ensiná-los as Escrituras e, também, outras matérias, como linguagem, aritmética e moral e cívica.
O trabalho foi tão positivo que logo outros obreiros adotaram aquele método, trazendo resultados surpreendestes para todo o país e levando outras nações a exercerem a mesma prática. Foi assim que surgiu o movimento denominado “escola dominical” que temos ainda hoje.
Analisando a questão nos nossos dias, verifiquei que a plataforma principal de programa de governo de um dos candidatos à presidência da República, se eleito, é a educação de período integral das crianças brasileiras. Pois ele acha que a solução para tanta violência que vem acontecendo no nosso país está no cuidado constante que o governo deveria prestar aos brasileiros desde a infância. Interessante notar que, infelizmente, esse candidato não aparece com a mínima chance de vitória em nenhuma das pesquisas de intenção de voto.
Esses fatos me levaram a uma reflexão: se nós, os evangélicos, representamos 18% da população do Brasil, por que esse candidato aparece com apenas 1% nas pesquisas de intenção de voto?
No meu trajeto para o trabalho, pude perceber outro fato interessante: já há algum tempo, tenho observado que, ao parar com o meu carro em um dos semáforos da cidade, várias crianças ficam na esquina, umas fazendo malabarismo, outras vendendo balas e outras tantas pedindo esmolas. Vi que, na mesma esquina, há uma igreja evangélica que está sempre fechada durante o dia. Ela possui grade com, aproximadamente, dois metros de altura e, sobre as grades, cerca elétrica.
Isso me fez pensar o seguinte: será que se Raikes estivesse vivo e fosse dessa igreja ela estaria fechada para aquelas crianças? Então, pensei no que disse Jesus: “Deixai os meninos, e não os estorvei de vir a mim; porque dos tais é o reino dos céus” (Mt 19.14).
Raikes levou quinze anos para perceber que mais valia investir nas crianças de rua do que em projetos nas prisões. Quanto tempo será que vamos precisar para descobrir que dá mais resultado trazer as crianças de rua para dentro dos nossos templos e lhes oferecer educação do que evangelizá-las na Febem ou, depois de maiores, nas penitenciaras? Será que achamos que o problema dessas crianças diz respeito apenas e tão-somente ao governo? Bem, se fato achamos isso, que essa responsabilidade é do governo, por que então o candidato que mais enfatiza a educação das crianças e dos adolescentes como garantia de um futuro melhor quase não aparece nas intenções de votos?
Deixar de votar no candidato que fala em educação o tempo todo pode não ser nenhum pecado, mas deixar as crianças abandonadas à própria sorte e manter os templos com ferrolhos nas portas durante o dia, impedindo a entrada dos pequeninos, é, no mínimo, incompatível com a fé cristã.
“Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele” (Pv 22.6).
publicado originalmente em http://www.icp.com.br/83verbo.asp
terça-feira, 4 de maio de 2010
"Personal Profect"???

por Pr. Renato Vargens
Em nome de Deus muita esquisitice tem sido ministrada na igreja evangélica brasileira. Dentre inúmeros casos, destaco aquilo que chamamos de “profetada”.
Infelizmente conheço casos de pessoas que casaram mediante orientação dos profetas, abandonaram seus empregos mediante as profecias recebidas, desistiram de suas profissões em virtude das mais diversas “revelações”, além de optarem por um estilo de vida centrado exclusivamente em adivinhações e profetadas.
Há alguns anos fui surpreendido por mais uma daquelas tristes novidades que infelizmente acontecem com alguns evangélicos. Confesso que fiquei chocado ao ouvir pela boca de um pastor amigo a mais recente modalidade ministerial e eclesiástica: O “personal profect”.
Pode até parecer loucura mais é isso mesmo que você acabou de ler. Se não bastasse a significativa quantidade de absurdos que percebemos em alguns de nossos arraiais, ultimamente tem surgido em nossos templos pessoas que em nome de uma espiritualidade saudável se auto-intitulam guias e orientadores do rebanho de Cristo. Tais indivíduos fundamentam seus comportamentos no desenvolvimento da sociedade e modernidade, onde em virtude de fatores mais distintos, sentem-se necessitados em contratar especialistas em determinada área no intuito único de satisfazer suas necessidades humanas.
O pior é que do jeito que a coisa anda daqui a pouco vamos ler nas páginas dos principais jornais o seguinte anuncio: “Ofereço serviço de profeta. Oro por você, leio a Bíblia para você e ainda lhe dou a resposta de Deus para os seus problemas. Obs: Cobro abaixo da tabela”.
Pois é, creio veementemente que boa parte dos nossos problemas eclesiásticos se deve ao fato de termos abandonado as Escrituras em detrimento as revelações dos profetas da modernidade. Não tenho a menor dúvida de que somente a Bíblia Sagrada é a suprema autoridade em matéria de vida e doutrina; só ela é o árbitro de todas as controvérsias, como também a norma para todas as decisões de fé e vida. Soma-se a isso o fato de que para os cristãos a autoridade da Escritura é superior à da Igreja, da tradição, bem como das experiências místicas adquiridas pelos profetas e profetisas desta geração.
Sem sombra de dúvidas a Santa Palavra de Deus é o remédio que precisamos para recuperar nossa saúde espiritual.
Soli Deo gloria.
postado originalmente em http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=2349&menu=7&submenu=3
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